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Por gentileza, seja você o adulto que sua criança precisa
Preparar crianças para a vida também é ensiná-las a atravessar os recomeços dos adultos sem perder a segurança de que continuam merecendo amor, respeito e espaço para serem quem são. Pedi o divórcio. Achei que a coragem para recomeçar viria com a assinatura no papel ou que eu já tivesse suficiente. Com o tempo, a perda da minha própria identidade continuava ali, junto dos medos e das culpas, até mesmo das que não eram minhas. A vida profissional? Para depois. Ouvindo opiniões
Aline Assafin Zille
há 15 horas4 min de leitura


Nem ausente, nem presente: qual é o lugar da madrasta? O que um grupo de WhatsApp me ensinou.
Uma mensagem bem-humorada no grupo da escola virou incômodo. O problema foi o que eu disse ou quem disse? Uma reflexão sobre o lugar da madrasta nos lares reconstituídos. Eu sou madrasta. Escrevo isso sem pedir licença e sem pedir desculpas, porque demorei a entender que essa palavra, tão carregada de preconceitos, também me descreve com amor. Minhas enteadas vivem metade da semana conosco, isso significa que eu acordo cedo para arrumar mochila, confiro tema de casa, ajudo a
Tamara Massotti
22 de out.3 min de leitura
Adoção e o direito de pertencer sem pedir licença
Entre vínculos, regras e palpites, a adoção nos convida a rever o que faz uma família e a colocar os direitos da criança no centro da conversa. Por Juliana Cardozo Franco | Coluna MultiMaternidade Imagine um almoço de domingo. A criança pede mais suco, alguém reclama do preço do mercado e, entre a salada e a sobremesa, surge a pergunta: “Mas vocês conhecem a mãe de verdade?”. A mulher que passou a madrugada medindo a febre do filho respira fundo. Aparentemente, além de cuidar
cardozojulianaadv
19 de out.3 min de leitura
Mãe e madrasta: precisamos mesmo ser rivais?
Uma lembrança da minha infância e a minha experiência como mãe me fizeram enxergar quantas camadas existem nessa relação e como a rivalidade não precisa ser o ponto de partida. Cresci vendo minha mãe ser madrasta dos meus irmãos mais velhos. Eles moravam com a mãe deles, em outra cidade, e não faziam parte da nossa rotina, estavam conosco sempre nas férias. Quando meu irmão passou para a faculdade, aos 18 anos, veio morar com a gente no Rio. Minha mãe não hesitou em recebê-lo
Roberta Dutra Castellões
16 de out.3 min de leitura


Seu filho é pequeno demais para educar? Até ser tarde para corrigir
Nesse último feriado, eu e minha família viajamos para a casa de alguns amigos em outra cidade. No retorno da viagem, recebi elogios sobre a educação dos meus filhos adolescentes (15 e 14 anos), sobre o quanto são bem-educados, amorosos e gentis, sobre o fato de eles darem beijos de bom-dia em todos ao acordar e sobre como são pacientes e cuidadosos com as crianças mais novas. Eu sempre escuto que tenho "sorte" de ter 3 filhos bem-educados, mas eu te digo que não é sorte! É c
mendesmarcella
16 de out.3 min de leitura


"Você é a adulta."
Madrasta, você já se irritou com essa frase? “Você é a adulta” não é uma frase sobre silenciar sentimentos. É sobre reconhecer que, na posição de adulta, você tem acesso a recursos que uma criança ou adolescente ainda não tem: autoconsciência, linguagem emocional, possibilidade de escolha. Ser adulta não te impede de sentir, mas te convida a entender o que fazer com o que sente. A nomear, processar, comunicar, colocar limites. Eu sei que às vezes dá vontade de sair correndo,

Julia Kacurin
2 de out.2 min de leitura
No Dia da Mulher, uma pergunta incômoda: como você trata a madrasta da sua filha? E como você trata a mãe da sua enteada?
O Dia da Mulher está chegando, e eu pensei nisso. Que exemplo estamos dando para as nossas meninas? O Dia da Mulher sempre traz falas e movimentos grandes sobre força feminina, união entre mulheres, independência e respeito. Falamos sobre criar meninas seguras, que não se diminuem, que se apoiam, que exaltam outras mulheres, e que não aceitam rivalidade como regra. Mas existe um lugar onde esse discurso é realmente testado. Esse lugar é dentro de casa . Especialmente na form

Julia Kacurin
23 de fev.2 min de leitura
Virou moda chamar pai e mãe presentes de "genitor"?
Eu não sei exatamente quando isso começou, mas de uns tempos pra cá virou quase um hábito chamar pai e mãe presentes de “genitor” e “genitora”. E não estou falando do uso técnico, jurídico, que faz sentido em determinados contextos. Estou falando daquele uso carregado de intenção, quase como quem quer reduzir alguém ao mínimo possível. Existe uma diferença enorme entre quem apenas gera e quem cria. Entre quem participa só biologicamente e quem sustenta emocionalmente. Pai e m

Julia Kacurin
17 de fev.2 min de leitura
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